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sábado, 30 de junho de 2012

Cientistas analisam DNA humano mais antigo da pré-História

Investigadores espanhóis analisam material genético de dois indivíduos com 7 mil anos 

Uma equipe de cientistas dirigida por Carles Lalueza-Fox, do Conselho Superior de Investigações Científicas espanhol (CSIC), acaba de obter os primeiros dados de genoma humano do Mesolítico. Os investigadores recuperaram parte do genoma e do DNA mitocondrial de dois indivíduos que viveram há 7 mil anos. 

Os vestígios foram encontrados no sítio de La Braña-Arintero (León, Espanha). Os resultados estão publicados na revista Current Biology. Este é o mais antigo material genético humano alguma vez encontrado, superando o famoso Ötzi, o 'Homem do Gelo', em 1700 anos. 

O objetivo dos investigadores é agora recuperar o genoma completo dos dois indivíduos. Até agora, só se conseguiu recuperar 1,34 por cento do DNA de um deles e 0,53 por cento do outro. No entanto, é já possível tirar algumas conclusões interessantes. Entre elas é que as atuais populações ibéricas não procedem geneticamente desses grupos mesolíticos. 

“Faz sentido se pensarmos que durante o Mesolítico a Europa era composta por uma grande população estável”, explica Carles Lalueza-Fox, citado pelo jornal espanhol El Mundo. “Quando chega o Neolítico as mudanças acontecem primeiro no sul da Europa, incluindo a Península Ibérica, e demoram mais tempo a chegar ao norte da Europa. Estes indivíduos têm, assim, mais semelhanças com as populações do norte da Europa”, defende. 

Interessa estudar “como se modificaram os genomas europeus com o advento do Neolítico. Por exemplo, a convivência com animais pode ter alterado genes relacionados com determinadas doenças infecciosas transmitidas por eles. Também podem ter acontecido modificações nos genes cognitivos”. 

Para investigar isso é necessário dispor de material genético nuclear. Apesar da equipe já dispõe de DNA mitocondrial completo, em 1 por cento do genoma decifrado até agora há informação muito mais útil para a análise comparativa do que em todo o mitocondrial. 

Em 1,34 por cento do genoma encontramos 50 mil variantes genéticas de um só nucleótido (uma só letra do código genético), o que permitiu saber que estes indivíduos não estão relacionados com as populações actuais do sul da Europa. 
A equipe vai continuar a tentar obter o genoma completo dos dois indivíduos. A dificuldade é grande devido à deterioração do material genético, mas como o sítio onde os restos foram encontrados é bastante frio e tem características que permitiram uma conservação aceitável, os cientistas acreditam que vão conseguir.


Isso é muito interessante porque descobrir coisas de nossos antepassados é muito interessante e pode contribuir muito para a ciência.

sábado, 23 de junho de 2012

Falta de foco marca documento final da RIO+20

Agência FAPESP – O resultado final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), que se encerra no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (22/06), será um documento sem foco, que não atende à urgência dos problemas enfrentados pelo mundo, segundo análise de Celso Lafer, presidente da FAPESP. 

Ainda assim, segundo Lafer, a conferência poderá contribuir com uma atmosfera que estimule no futuro, em um contexto político mais favorável, a tomada de medidas concretas para a sustentabilidade global. 

“O documento final é difuso, não tem foco e se baseia em um mínimo denominador comum. Na melhor das hipóteses, coloca em andamento processos que serão mais ou menos bem-sucedidos no futuro”, disse Lafer à Agência FAPESP. 

A falta de foco do documento, segundo Lafer, é o preço que se pagou para que fosse possível chegar a um consenso durante a conferência. De acordo com Lafer, o documento não deverá mais ser modificado pelos chefes de Estado que participam da cúpula. 

“Compreendo o que levou a esse documento. O país sede não desejava que a conferência se encerrasse sem um consenso, por isso os negociadores brasileiros chegaram a esse mínimo denominador comum”, afirmou. 

Na prática, o documento não é capaz de lidar com as urgências do presente e ficou muito aquém das expectativas. “O governo vai dizer que conseguiu um consenso que abre processos e preserva as conquistas feitas até agora. É possível de fato que o documento tenha o mérito de manter em evidência as questões que serão retomadas em um contexto político mais favorável no futuro. Mas, se olharmos as urgências que estão em jogo, vamos ver que o documento está aquém das expectativas e das necessidades da humanidade”, disse Lafer. 

Na avaliação do presidente da FAPESP, as principais explicações para as limitações da RIO+20 são o contexto internacional negativo e a demora do governo brasileiro em priorizar a temática da conferência. 

“Além da crise econômica e política mundial, temos essa nova multipolaridade no cenário da política internacional que até agora não foi capaz de levar a uma ordem global mais estável. A reformulação do sistema financeiro não está resolvida, as negociações comerciais de Doha estão estagnadas, há tensões consideráveis no Oriente Médio. Por outro lado, temos um país que dedicou à RIO+20 uma prioridade muito menor do que a que foi dada à RIO-92. O governo só passou a se dedicar recentemente à conferência”, afirmou. 

Diretamente envolvido com a organização da RIO-92, como então ministro das Relações Exteriores , Lafer afirma que a conferência se beneficiou de um contexto internacional e um contexto interno favoráveis à sua realização. 

“No plano internacional, o contexto era o do fim da Guerra Fria. Foi a primeira conferência que não se organizou em termos dos temas Norte-Sul e Ocidente-Oriente, mas sim em termos do desafio da cooperação de uma razão abrangente da humanidade. O clima era favorável”, disse. 

No plano interno, o sentimento público de valorização do tema ambiental, que havia sido incluído na Constituição Federal de 1988, uniu-se à prioridade absoluta dada à RIO-92 pelo governo de Fernando Collor de Mello, que buscava elevar o patamar da presença internacional do Brasil. 

“O governo organizou muito bem a preparação da conferência, mostrou interesse no meio ambiente, indicando José Lutzenberger para a secretaria do Meio Ambiente, instruiu o Itamaraty e organizou um comitê interministerial para tratar do assunto. Quando assumi o ministério, ficou claro que o tema teria prioridade total. Na RIO-92, cabia ao Brasil catalisar os consensos e ter uma visão proativa. Criamos oito grupos negociadores, com grandes quadros da diplomacia”, disse Lafer. 

A organização, segundo Lafer, permitiu resultados concretos para a RIO-92, como a criação da Convenção do Clima e da Convenção da Biodiversidade. “Além do pilar ambiental, chegamos a bom termo também quanto à abrangência do conceito de desenvolvimento sustentável, com a Agenda 21. A Declaração do Rio, documento final da conferência, tem muitos méritos, entre eles explicitar que o meio ambiente tem que ser internalizado no processo decisório”, afirmou Lafer. 

A conferência conseguiu, segundo ele, imensa mobilização da opinião publica, envolvendo ativistas, organizações não governamentais e cientistas, colocando os temas do meio ambiente de forma duradoura na pauta internacional. 

“Talvez o ponto em que a RIO+20 mais se aproximou da RIO-92 seja essa participação da sociedade nos eventos paralelos, incluindo a dimensão da ciência, que teve participação da FAPESP”, disse Lafer, referindo-se ao “Forum on Science, Technology and Innovation for Sustainable Development”, realizado entre os dias 11 e 15 de junho no Rio de Janeiro. 

As negociações que envolvem o problema socioambiental, segundo Lafer, são intrinsecamente complexas, tanto do ponto de vista técnico e científico como na perspectiva diplomática. “Alguns dos maiores avanços nesse tipo de negociação ao longo da história tiveram contribuição decisiva da ciência”, disse. 

O tema do meio ambiente, segundo ele, passa por um conhecimento especializado. A Convenção do Clima, por exemplo, assinada na RIO-92, não seria possível sem o lastro do trabalho realizado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que detectou fenômenos como o efeito estufa. 

“Talvez o ponto de partida dessa relação entre conhecimento e negociações diplomáticas tenha sido a percepção científica sobre o que estava acontecendo com a camada de ozônio, no fim da década de 1980. Essa percepção levou à Convenção de Basileia, que entrou em vigor em 1992”, disse Lafer. 

A Conferência de Estocolmo, em 1972 – a primeira cúpula a tratar de temas ambientais –, também foi influenciada no plano das ideias por um relatório sobre os limites do crescimento econômico patrocinado pelo Clube de Roma. “O mérito daquela conferência foi realçar a fragilidade dos ecossistemas dentro dos quais estamos todos inseridos”, disse. 

Já a RIO-92, segundo Lafer, beneficiou-se do Relatório Brundtland. O documento publicado em 1987 estabeleceu o conceito abrangente de desenvolvimento sustentável. Seu desdobramento levou à percepção global de que a questão se apoia não só sobre um pilar ambiental, mas também sobre os pilares econômico e social. 

No entanto, devido à complexidade das negociações diplomáticas na área ambiental, não é nada trivial fazer com que o conhecimento científico se consolide como fundamento dos acordos internacionais. 

“Em épocas de crise, os países se confrontam com contingências e urgências políticas de curto prazo. O desenvolvimento sustentável, por outro lado, incorpora uma noção de sustentabilidade para as gerações futuras, por isso é sempre um problema em longo prazo. O tempo da pesquisa também é um tempo mais longo, assim como o tempo diplomático, que requer consensos. Por isso é compreensível que as negociações tenham essas grandes dificuldades”, disse Lafer. 

Antropoceno entra em cena 

O presidente do Conselho Internacional de Ciência (ICSU, na sigla em inglês), Yuan-Tseh Lee, defendeu que é preciso estabelecer um novo contrato entre a ciência e a sociedade para que seja possível avançar rumo à sustentabilidade global. 

O discurso realizado por Lee na quarta-feira (20/06), primeiro dia da cúpula de alto nível da RIO+20 – que se encerra nesta sexta-feira (22/06) –, sintetizou o resultado dos debates realizados pela comunidade científica internacional no “Forum on Science, Technology and Innovation for Sustainable Development”, organizado pelo ICSU – que é considerado o representante oficial da comunidade científica pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

Segundo Lee, a entrada no Antropoceno – era na qual as atividades da sociedade humana dominam o planeta – representa um desafio sem precedentes, envolvendo mudanças climáticas, perda de biodiversidade e poluição generalizada. 

“Em nome das sociedades de ciência e tecnologia, conclamamos os líderes mundiais a agir imediatamente. Do contrário, haverá um aumento do risco de mudanças irreversíveis na biosfera, que solapará a sustentabilidade da vida sobre a Terra”, disse. 

As pesquisas, segundo Lee, mostram que a resposta aos desafios do Antropoceno exige uma transformação sistêmica que deve ter apoio no conhecimento e da inovação. 

“Uma pesquisa mais integrada irá gerar o conhecimento que a sociedade precisa para aperfeiçoar a interface entre ciência e política nos processos decisórios. Faço um apelo por um novo contrato entre ciência e sociedade . Não há tempo a perder, temos que agir conjuntamente”, disse. 

Ciência + sociedade 

Em visita à FAPESP, também no dia 20, o conselheiro-chefe para Assuntos Científicos do Gabinete de Ciência e Tecnologia do Reino Unido, Sir John Beddington, afirmou que a comunidade científica chegou à RIO+20 com uma mensagem clara e bem consolidada. 

“Com exceção das incertezas pontuais que sempre caracterizam os temas científicos, quase não há dissensos na comunidade internacional de cientistas sobre questões-chave como segurança alimentar, segurança hídrica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos ou a própria mudança climática. Esse consenso universal foi bem apresentado na RIO+20”, disse. 

No entanto, segundo Beddington, para que possa influenciar a agenda mundial após a conferência, a comunidade científica precisará trabalhar em conjunto com outros setores da sociedade e contar com a vontade política dos tomadores de decisão. 

“Acho que o consenso científico influenciará muito na agenda mundial, mas não agirá sozinha e sim em conjunto com a sociedade civil e os governos. Essa é a verdadeira importância do evento. Uma conferência internacional com tantos países e delegados de diversos segmentos participando é uma razão para ter esperanças”, disse. 

A tarefa, entretanto, é extremamente difícil, envolvendo questões profundamente complicadas e ao mesmo tempo urgentes, como grande crescimento da população e da urbanização, escassez de recursos e crise energética e ambiental. 

“Será preciso contar com muita vontade política. Não podemos garantir que a conferência tenha um sucesso concreto, mas nosso papel é aconselhar. O governo britânico certamente vê nessas questões-chave uma enorme importância para o futuro do mundo”, afirmou Beddington.


Isso é muito ruim, pois esse evento foi esperado a 20 anos para depois não ter um foco. O evento não teve organização e nele não foram resolvidos muitos problemas.

sábado, 16 de junho de 2012

Novos anticorpos de pequenos domínios contra alvos específicos

Novo produto biológico para uso terapêutico desenvolvido em parceria com a China 

A TechnoPhage, empresa de biotecnologia instalada no Instituto de Medicina Molecular, em Lisboa, está desenvolvendp anticorpos de pequenos domínios contra alvos específicos em várias doenças humanas. O TA_101 é um anticorpo de pequeno domínio contra TNF-α actualmente em desenvolvimento terapêutico para doenças inflamatórias e auto-imunes tais como a artrite reumatóide. Os estudos de eficácia, desenvolvimento de processo e segurança / toxicologia estão actualmente em curso e a TechnoPhage tenciona apresentar um pedido de Clinical Trial Application (CTA) para o TA_101 na Agência Europeia de Medicamentos (EMA) em 2012. 

A TechnoPhage submeteu um pedido provisório de patente nos EUA para este produto em 2011 e também apresentou e possui pedidos de patente para as tecnologias subjacentes de anticorpos de domínio único. Entretanto, assinou hoje um acordo de colaboração com o Shangai Institute of Materia Medica (SIMM), uma instituição de Investigação estatal administrado sob as leis da República Popular da China. 

O SIMM é uma instituição de topo na República Popular da China na descoberta e desenvolvimento de fármacos. Muitos fármacos têm sido desenvolvidos desde a sua criação. Entre eles estão o artemether, o dimercaptosuccinato de sódio, e o huperzine que receberam reconhecimento internacional. Recentemente, o SIMM desenvolveu também a injecção salina de Depsides, (um fármaco originário de ervas chinesas), o cloridrato de antofloxacina (o primeiro fármaco de fluoroquinolona da R.P. China), e tem ainda um número de candidatos a fármacos actualmente em avaliações pré-clínicas/clínicas. 

A inédita parceria prevê a colaboração em estudos pré-clínicos e clínicos do TA_101, a fim de gerar dados para apoio ao registo regulamentar de aprovação da comercialização do TA_101 para o futuro tratamento da artrite reumatóide e outras doenças auto-imunes e inflamatórias na R.P. China.



 Com a evolução da ciência é possível combater um maior número de doenças e se prevenir delas. Os anticorpos são muito importantes para nós e por causa disso essa foi uma ótima descoberta.

sábado, 9 de junho de 2012

Professor refloresta sozinho parte da Mata Atlântica em morro do Rio

Rio de Janeiro - Na contramão da derrubada das matas nativas no entorno das grandes cidades brasileiras, um professor de geografia iniciou uma luta solitária para recompor pelo menos uma parte da Mata Atlântica que já emoldurou o Rio de Janeiro. Rodolfo de Oliveira Souza plantou aproximadamente cem árvores nos últimos seis anos, na Serra do Engenho Novo, no bairro de Vila Isabel, zona norte da capital fluminense. 

As mudas ele compra do próprio bolso ou ganha de amigos, todas nativas do Brasil. Algumas estão com menos de 50 centímetros e outras já têm 4 metros de altura. Ele luta diariamente contra a seca, as formigas e o capim-colonião, uma espécie invasora que cresce e sufoca as árvores pequenas. 

Todos os dias, antes de seguir para o colégio onde trabalha, Rodolfo sobe por uma trilha próxima à sua casa, levando uma sacola com várias garrafas com água, cerca de 20 litros. Pelo caminho, vai molhando as mudas. Aproveita para arrancar o capim em volta delas e, às vezes, borrifa um inseticida em pó, para combater formigas e gafanhotos. 

“Eu gosto de fazer isso. Desde pequeno eu planto árvores. Onde eu ia, semeava. No início do projeto foi difícil, porque não sabia lidar com as formigas e plantava em baixo de outras árvores, o que não trazia bons resultados. Depois aprendi que precisava plantar direto sob o sol, aí as mudas se desenvolveram”, explicou. 

Enquanto caminha, Rodolfo mostra com orgulho as árvores que plantou anos atrás e que hoje vicejam fortes na encosta. Sabe cada espécie de cor: pau-brasil, jacarandá, ipê, merindiba, pau-ferro, sibipiruna, sapucaia, abiu, jatobá, ingá, paineira, oiti, pau d´álho e jequitibá. 

Embora consiga dar conta do trabalho, o professor de geografia diz que o único apoio que gostaria é de alguns funcionários da prefeitura para cortar o capim colonião, que seca na estiagem e acaba pegando fogo, colocando em risco às mudas plantadas. Outro problema, é a proliferação de duas espécies de árvores asiáticas, Albizia procera e Albizia lebbeck, usadas largamente pela prefeitura no reflorestamento, mas que atualmente tomam conta dos morros, em um tipo de monocultura que acaba abafando as espécimes da flora nativa. 

O professor reconhece que a prefeitura do Rio tem feito um esforço nos últimos anos em reflorestamento, mas, mesmo assim, considera que ainda há muito a ser feito. “O Poder Público tem que fazer mais. Tem que ser prioridade recuperar a vegetação desses morros todos, principalmente na zona norte e no subúrbio, onde é mais seco e tem menos áreas verdes”, alertou. 

Rodolfo destaca também para a necessidade de combater as invasões das matas restantes, seja pela expansão das favelas ou pela especulação imobiliária. “Todas essas áreas deveriam ser de proteção ambiental, para ter algum amparo jurídico. O importante é evitar as invasões, porque depois fica muito difícil tirar os moradores. Tem que ter uma política mais firme tanto para a favela como para a classe média alta, que também invade.” 

O professor recorda que a Floresta da Tijuca, que hoje tem 3.958 hectares, foi quase toda replantada, por ordem do imperador dom Pedro II, para combater a falta d´água que atingia o Rio, justamente porque haviam cortado as árvores para plantar café, o que provocou a seca das nascentes. O trabalho durou 13 anos e foi conduzido pelo major Gomes Archer, com a ajuda de escravos. “Foi o primeiro reflorestamento ecológico que se tem notícia. E o que temos hoje de área verde é graças a eles”, ressaltou. 


Isso é um exemplo que mostra que nós podemos fazer a nossa parte para ajudar o meio ambiente. Se cada um fizer algo, por menor que seja já contribui para um mundo melhor.