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sexta-feira, 30 de março de 2012

Norte-americanos desenvolvem baratas ciborgue

Insetos poderão ser usados em guerras biológicas 

Investigadores norte-americanos decidiram apostar na criação de híbridos de animais e máquinas de tamanho reduzido e energicamente sustentáveis, que substituiriam pequenos robôs. O objetivo seria usá-los numa possível guerra biológica. Uma equipe da Universidade Case Western Reserve publicou recentemente na revista da Sociedade Americana de Química, um artigo sobre um animal adaptado – uma barata ciborgue. 

Em vez de começar uma criatura do zero, decidiram usar animais vivos que já sabem andar e voar e equipa-los de tecnologia de forma a conseguir controlá-los e induzi-los a cumprir missões — trabalhos de busca e resgate, espionagem ou ataque a inimigos com fobia de insetos. 
Um dos grandes desafios deste projeto, ao usar criaturas vivas, é o facto de estas não virem com baterias, e é imprescindível recorrer ao uso de electricidade para ligar sensores e transmissores, fundamentais para o controlo remoto. 

A investigação conta com o apoio da Agência de Investigação de Projectos Avançados de Defesa (DARPA), entidade governamental que transforma em estudo toda a gama de perguntas iniciadas por “e se fosse possível...”, como o desenvolvimento de tecnologias para ler mentes e a criação de híbridos de insectos e máquinas. 

A Darpa tem um programa de investigação que envolve microssistemas electromecânicos de insectos híbridos. Uma das suas metas é descobrir novas formas para “aproveitar sensores naturais e gerar energia em insetos”. 

A equipe, coordenada por Daniel Scherson, explicou no artigo que a barata foi imobilizada enquanto intervinham engenhosamente e após removerem os implantes, começou a correr naturalmente.

Isso não é muito correto pois estão usando insetos para guerras e forçando-as a fazerem o que não querem. Se quisessem poderiam ter construído robôs ou máquinas para fazerem este tipo de serviço.




http://biologias.com/noticias/1162/Norte-americanos-desenvolvem-baratas-ciborgue

sábado, 24 de março de 2012

Filhotes de babuínos gesticulam como bebês humanos, diz estudo

Ao observarem bebês humanos e de macacos babuínos, pesquisadores da Universidade de Estrasburgo, na França, perceberam que ambos gesticulam de maneiras parecidas -- o que pode indicar que as espécies possuem um sistema comum de comunicação gestual.



A equipe de pesquisadores, liderada por Helene Meunier, observou que os dois “bebês”-- humanos e macacos -- usam mais a mão direita para gesticular do que para fazer tarefas simples.


Com isso, o grupo se apoia na hipótese de que o desenvolvimento da linguagem, que ocorre na parte esquerda do cérebro humano, funcione da mesma forma nos babuínos. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (22) em artigo científico na revista "PLoS One".


Os estudiosos descobriram que a preferência de mão das crianças e dos babuínos depende, no entanto, da localização do objeto, já que não houve preferência significativa pela mão direita ao apontá-la com gestos, mesmo quando o estímulo estava mais próximo da mão esquerda.


Os autores concluem que seus resultados apontam para um sistema comum de comunicação gestual localizado no hemisfério esquerdo do cérebro, local onde, com a evolução da espécie dos seres humanos, foi "invadido" pela vocalização para se tornar linguagem.

Isso mostra a semelhança dos primatas com os seres humanos, podemos ver que eles são muito parecidos com nós quando falando de tarefas básicas.


http://www.portaleducacao.com.br/biologia/noticias/50539/filhotes-de-babuinos-gesticulam-como-bebes-humanos-diz-estudo 

sábado, 17 de março de 2012

Tal como os humanos, as abelhas têm personalidade

Estudo compara comportamento das abelhas “aventureiras” com o das que ficam nas colmeias 

Tal como os humanos, as abelhas têm personalidade, umas são mais ousadas e exploradoras, outras mais cautelosas e “caseiras”, revela um estudo publicado na revista Science. 

Segundo a investigação, citada pela agência Efe, as abelhas, insetos sociais que vivem em comunidades muito organizadas, têm funções distintas na colónia a que pertencem: algumas ficam dentro da colmeia e cuidam das crias, outras saem e recolhem alimento. 

As ditas exploradoras buscam novas fontes de comida, mas também outros sítios para fixar novas colmeias. 

Cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, compararam o comportamento das abelhas “aventureiras” com o das que ficavam nas colmeias. 

Para que a investigação fosse bem sucedida, instalaram um grande recinto exterior, protegendo as fontes de alimento, e observaram quais as abelhas que saíam e exploravam à procura de mais comida. 

Os especialistas concluíram que as abelhas exploradoras que procuraram um sítio para fixar uma nova colmeia e levaram um grupo de abelhas da colónia antiga são as que procuravam comida. 

Entre todas as abelhas que procuram alimentos, aproximadamente 25 por cento dedicam-se a procurar novas fontes de comida. Quando chegam às colmeias, comunicam a “novidade” às demais.


isso mostra como os seres humanos tem algo em comun com vários animais e várias espécies 


http://biologias.com/noticias/1158/Tal-como-os-humanos-as-abelhas-tem-personalidade

sábado, 10 de março de 2012

Realizador é explorador residente da expedição Deepsea Challenge

James Cameron, o realizador canadiano de «Titanic» e «Avatar», vai tentar explorar o local mais profundo conhecido na crosta terrestre, na Fossa das Marianas, Oceano Pacífico, para recolher imagens.

O National Geographic, que vai liderar a expedição Deepsea Challenge, anunciou ontem que "nas próximas semanas" o realizador e explorador residente do grupo vai tentar tornar-se o primeiro homem desde há 50 anos a atingir a profundidade de 11,2 quilómetros "para conhecer e compreender melhor esta parte amplamente desconhecida do planeta".
O realizador, que tem 57 anos e conta 72 mergulhos, 12 dos quais para conhecer os destroços do Titanic, vai descer às Marianas a bordo de um mini-submarino de oito metros de comprimento, o Deepsea Challenger. O aparelho está equipado com tecnologias muito avançadas e tem capacidade para resistir a pressões muito elevadas.

James Cameron deverá ficar seis horas no fundo do mar, cerca de 320 quilómetros a sudeste da ilha norte-americana de Guam, durante as quais vai filmar em 3D graças aos projectores potentes que vai transportar. Deverá também recolher espécies que poderão ser estudadas em biologia marinha, astrobiologia, geologia marinha ou geofísica.
Isso mostra como a tecnologia é uma aliada para descobrir novas espécies e novas formas de vida.
Sempre trazendo muitas novidades e deixando a fauna e a flora muito mais ricas