Investigadores norte-americanos decidiram apostar na criação de híbridos de animais e máquinas de tamanho reduzido e energicamente sustentáveis, que substituiriam pequenos robôs. O objetivo seria usá-los numa possível guerra biológica. Uma equipe da Universidade Case Western Reserve publicou recentemente na revista da Sociedade Americana de Química, um artigo sobre um animal adaptado – uma barata ciborgue.
Em vez de começar uma criatura do zero, decidiram usar animais vivos que já sabem andar e voar e equipa-los de tecnologia de forma a conseguir controlá-los e induzi-los a cumprir missões — trabalhos de busca e resgate, espionagem ou ataque a inimigos com fobia de insetos.
Um dos grandes desafios deste projeto, ao usar criaturas vivas, é o facto de estas não virem com baterias, e é imprescindível recorrer ao uso de electricidade para ligar sensores e transmissores, fundamentais para o controlo remoto.
A investigação conta com o apoio da Agência de Investigação de Projectos Avançados de Defesa (DARPA), entidade governamental que transforma em estudo toda a gama de perguntas iniciadas por “e se fosse possível...”, como o desenvolvimento de tecnologias para ler mentes e a criação de híbridos de insectos e máquinas.
A Darpa tem um programa de investigação que envolve microssistemas electromecânicos de insectos híbridos. Uma das suas metas é descobrir novas formas para “aproveitar sensores naturais e gerar energia em insetos”.
A equipe, coordenada por Daniel Scherson, explicou no artigo que a barata foi imobilizada enquanto intervinham engenhosamente e após removerem os implantes, começou a correr naturalmente.
Isso não é muito correto pois estão usando insetos para guerras e forçando-as a fazerem o que não querem. Se quisessem poderiam ter construído robôs ou máquinas para fazerem este tipo de serviço.
http://biologias.com/noticias/1162/Norte-americanos-desenvolvem-baratas-ciborgue
Nenhum comentário:
Postar um comentário