Rio de Janeiros – O número de reservas particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) triplicou no no estado fluminense em quatro anos. Dados do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) apontam que o número de propriedades de conservação particulares passou de 66, em 2008, para 115, em 2012. De acordo com a coordenadora do Núcleo de RPPN do Inea, Roberta Guagliardi, cerca de 60 pedidos estão sendo analisados e a expectativa é que em aproximadamente um ano o Rio de Janeiro atinja a marca de 100 unidades de conservação particulares.
“Com a criação desse núcleo, criado em 2008 para cuidar exclusivamente das RPPNs, a burocracia diminuiu e foi possível atender a uma demanda reprimida e focar na ampliação e fortalecimento dessas unidades de conservação”, explicou Roberta.
As RPPNs são unidades de conservação ambiental criadas em área particular por ato voluntário do proprietário. O dono do imóvel não perde os direitos da propriedade e a gestão da área, ficando responsável pelo manejo e proteção da reserva.
Para ampliar ainda mais esse número, o Inea vem realizando uma campanha de mobilização itinerante e já passou por 46 municípios fluminenses explicando aos proprietários rurais sobre os benefícios das RPPNs e os critérios e processos para criá-las.
Apesar do incentivo governamental que isenta o Imposto Territorial Rural das RPPNs, esse não é o principal estímulo para proprietários que solicitam o reconhecimento de suas terras. “Muitos proprietários nos procuram por apego sentimental à terra, para garantir que essa área seja permanentemente preservada, já que o título é perpétuo e irreversível. Há também empresários, como donos de cachaçarias, pousadas, agricultores de produtos orgânicos, que desejam valorizar sua marca ou agregar valor ao produto com o selo RPPN”, explicou a coordenadora do núcleo.
Dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA) mostram que em todo o Brasil existem cerca de 1.073 reservas de Patrimônio Natural em propriedades privadas que protegem 698 mil hectares de terra. A grande maioria (734) está localizada em regiões da Mata Atlântica e protege mais de 136 mil hectares. Ainda segundo o MMA, cerca de 80% do bioma encontram-se em terras particulares.
Há nove anos apoiando, técnica e financeiramente, a criação e gestão de unidades de conservação particulares, a Fundação SOS Mata Atlântica auxiliou cerca de 467 proprietários interessados em transformar suas terras em RPPN. A coordenadora do programa, Mariana Machado, explicou que no Rio mais de 100 RPPNs estão sendo criadas com o apoio do programa.
“Por lei, uma RPPN pode ser explorada apenas para atividades relacionadas à pesquisa científica, ao ecoturismo e à educação ambiental. Então auxiliamos esses proprietários com a documentação necessária para entrar com um pedido no órgão ambiental e também com planos de manejo para ajudar o proprietário a gerir sua terra de forma a preservar o bioma”, diz Mariana.
O proprietário rural, Luiz Nelson Faria Cardoso, foi pioneiro nesse processo e realiza as três atividades permitidas por lei em sua propriedade, na localidade de Aldeia Velha, região das baixadas litorâneas. Ele foi o primeiro da região a solicitar o reconhecimento do RPPN para sua Fazenda Bom Retiro em 1993 e hoje tem parcerias com institutos de pesquisa e universidades, promove educação ambiental, ecoturismo e possui uma pousada e um camping na propriedade. “A gente produzia banana e leite, mas então descobri o número de animais em extinção e do tamanho da devastação da flora e percebi que a fazenda tinha outro perfil que era o da preservação”, disse.
Em uma parceria com a Associação Mico-Leão-Dourado foi possível introduzir um casal dessa espécie em extinção na fazenda em 1994. "Hoje todas as áreas florestadas da região tem mico-leão-dourado", comemora Nelson. Ele contou ainda que nesse mesmo ano, foi descoberto pelo Museu Histórico Nacional um caramujo considerado extinto e uma nova variedade de bromélias pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que ganhou o nome dos pesquisadores que a encontraram: "Leme&Costa".
Luiz lamentou, no entanto, que seus vizinhos não tenham o mesmo grau de conscientização. “Todos os proprietários rurais aqui de Aldeia Velha estão usando herbicidas em suas lavouras em áreas onde passam nascentes, matando árvores. Uma barbaridade”.
Apesar do aumento de áreas preservadas por particulares, a Mata Atlântica, ainda presente em 17 estados brasileiros, está reduzida a cerca de 7% da área original, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA). A grande fragmentação das florestas do bioma faz com que as áreas protegidas sejam muito pequenas e a distribuição esparsa, o que dificulta o trânsito de espécies e as trocas genéticas necessárias à manutenção da biodiversidade numa perspectiva de longo prazo.
http://biologias.com/noticias/1198/reservas-particulares-do-patrimonio-natural-triplicam-no-rj
Este fato é muito importante para um país que não preserva e cuida de seus patrimônios naturais.
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
Estresse emocional afeta coração das mulheres mais do que dos homens
Washington, 24 abr (EFE).- As mulheres têm mais chances de apresentarem problemas cardíacos após viverem situações estressantes, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira na conferência Biologia Experimental 2012, que está sendo realizado em San Diego, nos Estados Unidos.
As doenças coronarianas são a maior causa de morte nos EUA, mas o problema afeta a população de maneira diferente, pois a cada ano mais homens do que mulheres são diagnosticados com o problema.
Outros estudos mostraram que durante a prática de exercício físico o coração dos homens se contrai mais que o das mulheres e isto diminui o fluxo de sangue. Mas as mulheres são mais propensas do que os homens a terem problemas cardíacos após sobressaltos emocionais.
Uma equipe de pesquisadores do Colégio de Medicina da Universidade Estadual da Pensilvânia, liderado por Charity Sauder, realizou um estudo para entender estas diferenças e verificou que o fluxo sanguíneo realmente aumenta nos homens durante o estresse mental, mas não se altera nas mulheres.
A pesquisa foi realizada com 17 adultos saudáveis, oito homens e nove mulheres. Em cada voluntário foi medido o ritmo cardíaco e a pressão arterial em descanso, assim como a condutância vascular, que verifica por meio de um aparelho de ultrassom o fluxo sanguíneo pelas vias coronarianas até o coração
Depois, os voluntários se submeteram a uma prova de três minutos de aritmética mental na qual os pesquisadores pediram que eles subtraíssem sete de um número ao acaso.
Para aumentar o estresse, os cientistas pressionaram os voluntários para realizarem a tarefa rapidamente, e além disso diziam que estavam errados mesmo quando fizeram a conta corretamente.
Após a prova, eles foram submetidos mais uma vez às três medições cardíacas. Os testes mostraram que quando estavam em repouso os resultados dos homens e das mulheres não apresentavam grandes diferenças.
Durante a tarefa de aritmética mental todos os voluntários mostraram um aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Mas enquanto os homens tiveram um aumento da condutância coronariana sob estresse, as mulheres não apresentaram mudanças.
Esta diferença, explicou um dos autores do estudo, Chester Ray, poderia predispor as mulheres a problemas cardíacos durante o estresse.
Os resultados foram surpreendentes, acrescentou Ray, já que estudos anteriores indicavam que os homens têm um fluxo de sangue para o coração significativamente menor do que o das mulheres durante a prática de exercício físico. A nova pesquisa poderia explicar por que as mulheres têm mais problemas cardíacos após eventos estressantes, como a morte do marido, por exemplo.
"A redução do estresse é importante para todos, seja qual for o gênero", disse Ray, "mas este estudo mostra que o estresse afeta de maneira distinta os corações das mulheres", e por isso o risco delas sofrerem um problema coronariano após uma situação traumática é maior.
A conferência Biologia Experimental começou nesta segunda-feira e vai até amanhã. O evento, que deverá atrair 12 mil participantes, é patrocinado pela Sociedade Fisiológica dos EUA e outras cinco instituições científicas.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2012/04/24/estresse-emocional-afeta-coracao-das-mulheres-mais-do-que-dos-homens.htm
As mulheres em geral sofrem mais com estresse e com outros problemas do coração mais do que os homens.
As doenças coronarianas são a maior causa de morte nos EUA, mas o problema afeta a população de maneira diferente, pois a cada ano mais homens do que mulheres são diagnosticados com o problema.
Outros estudos mostraram que durante a prática de exercício físico o coração dos homens se contrai mais que o das mulheres e isto diminui o fluxo de sangue. Mas as mulheres são mais propensas do que os homens a terem problemas cardíacos após sobressaltos emocionais.
Uma equipe de pesquisadores do Colégio de Medicina da Universidade Estadual da Pensilvânia, liderado por Charity Sauder, realizou um estudo para entender estas diferenças e verificou que o fluxo sanguíneo realmente aumenta nos homens durante o estresse mental, mas não se altera nas mulheres.
A pesquisa foi realizada com 17 adultos saudáveis, oito homens e nove mulheres. Em cada voluntário foi medido o ritmo cardíaco e a pressão arterial em descanso, assim como a condutância vascular, que verifica por meio de um aparelho de ultrassom o fluxo sanguíneo pelas vias coronarianas até o coração
Depois, os voluntários se submeteram a uma prova de três minutos de aritmética mental na qual os pesquisadores pediram que eles subtraíssem sete de um número ao acaso.
Para aumentar o estresse, os cientistas pressionaram os voluntários para realizarem a tarefa rapidamente, e além disso diziam que estavam errados mesmo quando fizeram a conta corretamente.
Após a prova, eles foram submetidos mais uma vez às três medições cardíacas. Os testes mostraram que quando estavam em repouso os resultados dos homens e das mulheres não apresentavam grandes diferenças.
Durante a tarefa de aritmética mental todos os voluntários mostraram um aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Mas enquanto os homens tiveram um aumento da condutância coronariana sob estresse, as mulheres não apresentaram mudanças.
Esta diferença, explicou um dos autores do estudo, Chester Ray, poderia predispor as mulheres a problemas cardíacos durante o estresse.
Os resultados foram surpreendentes, acrescentou Ray, já que estudos anteriores indicavam que os homens têm um fluxo de sangue para o coração significativamente menor do que o das mulheres durante a prática de exercício físico. A nova pesquisa poderia explicar por que as mulheres têm mais problemas cardíacos após eventos estressantes, como a morte do marido, por exemplo.
"A redução do estresse é importante para todos, seja qual for o gênero", disse Ray, "mas este estudo mostra que o estresse afeta de maneira distinta os corações das mulheres", e por isso o risco delas sofrerem um problema coronariano após uma situação traumática é maior.
A conferência Biologia Experimental começou nesta segunda-feira e vai até amanhã. O evento, que deverá atrair 12 mil participantes, é patrocinado pela Sociedade Fisiológica dos EUA e outras cinco instituições científicas.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2012/04/24/estresse-emocional-afeta-coracao-das-mulheres-mais-do-que-dos-homens.htm
As mulheres em geral sofrem mais com estresse e com outros problemas do coração mais do que os homens.
Rush Gene Synthesis da GenScript, conduzindo pesquisas em biologia molecular mais rapidamente
PISCATAWAY, Nova Jersey, 19 de abril de 2012 /PRNewswire/ -- A GenScript USA Inc., uma organização de pesquisa por contrato de biologia internacionalmente reconhecida (CRO) lançou recentemente o serviço Rush Gene Synthesis no mercado global em 22 de dezembro de 2011 e alcançou 100% de sucesso e de taxas de fornecimento pontuais desde o seu lançamento.
"Duas décadas atrás, um gene 2 Kb gene me custou quase dois anos para obter a construção utilizando tecnologias de clonagem convencionais de PCR em minha pesquisa de doutorado. Eu acreditava que isso poderia ser mudado. Hoje, o serviço Rush Gene Synthesis da GenScript fornece genes sintéticos em até 5 dias úteis. A tecnologia proprietária e uma equipe de serviço dedicada à aceleração de genes são os pontos chave para fazer do serviço Rush Gene Synthesis da GenScript um grande sucesso", comentou Frank Zhang, CEO e cofundador da GenScript.
"Ao fornecer genes sintéticos em apenas 5 dias, o serviço Rush Gene Synthesis da GenScript não é apenas rápido, mas é preciso e livre de preocupações para os nossos clientes", diz Frank, "todos os nossos genes sintetizados são embalados em vetores de clonagem, escolhidos a partir de clones individuais e com a sequência totalmente verificada antes da entrega. Portanto, nenhum dos nossos clientes se incomodará ao pegar o gene do tubo. Com este serviço acelerado, pretendemos conduzir as pesquisas em biologia molecular o mais rapidamente do que nunca."
Além do serviço líder mundial em síntese de gene, a GenScript, como uma organização de pesquisa contratada (CRO), também fornece serviços completos para pesquisa biológica e descoberta de droga em estágio inicial, como bio-reagentes, desenvolvimento e seleção de triagens, otimização de sonda, desenvolvimento de medicamento de anticorpos e serviços de modelagem animal. Os serviços bio-reagentes incluem síntese de gene e biologia molecular, expressão e purificação de proteína personalizada, síntese de péptidos personalizada, produção de anticorpos e desenvolvimento de linha de células personalizada. Com sede em Piscataway, Nova Jersey, a GenScript tem três subsidiárias localizadas na França, Japão e China.
A biologia é um pouco associada a tecnologia. Com as novas tecnologias as pesquisas biológicas ficam melhores e mais precisas.
“Mais um passo” na criação de um fígado bioartificial
Investigadores do iBET mantêm hepatócitos em cultura durante um mês
A investigação desenvolvida em colaboração com a Cellartis, primeira empresa do mundo a colocar no mercado células hepáticas e cardíacas derivadas de células estaminais humanas, permite manter células de fígado humanas (hepatócitos) em cultura durante longos períodos de tempo.
“Desenvolvemos uma maneira de cultivar os hepatócitos humanos in vitro de maneira a mantê-los funcionais durante um mês”, afirma Paula Alves ao Ciência Hoje. “Há muitas células de outros tipos cuja funcionalidade conseguimos manter in vitro durante muito tempo mas os hepatócitos são um grande desafio porque ao fim de pouco tempo em cultura deixam de ser úteis”, refere a investigadora principal deste estudo.
O fato da equipe do iBET conseguir manter a função hepática durante um mês permite usar a mesma população de hepatócitos para o estudo da metabolização de doses repetidas do mesmo fármaco, algo essencial para a aprovação dos novos medicamentos.
Como explica Paula Alves, a descoberta pode dar origem a duas situações: “Podemos fazer modelos mais representativos do que se passa no organismo para desenvolver drogas e ensaios de toxicidade” ou “podemos pensar que, num futuro próximo, haverá um fígado bioartificial com um componente biológica que permita manter a função hepática dos doentes durante algum tempo”.
Segundo a cientista, o modelo que acaba de ser publicado e escolhido para capa na edição de Abril da revista Hepatology é “mais um passo” no sentido de desenvolver um fígado bioartificial. No entanto, sublinha, “ainda há muito trabalho” para fazer.
O fígado bioartificial “nunca vai substituir” um fígado humano mas se os doentes em “fase crítica tiverem esse apoio podem salvar-se”, sublinha Paula Alves. Esta será assim uma “ferramenta muito preciosa” para conseguir manter vivos os doentes que não têm a função hepática a funcionar.
Esferoide de hepatócitos humanos com um caniculo biliar
Um dos próximos passos a dar na investigação que arrancou há seis anos é melhorar o modelo criado. “Achamos que o modelo ainda tem espaço para ser melhorado no prolongar da funcionalidade, o que pode ser feito com a adição de outros tipos de células que pertencem ao fígado e que não existem neste modelo porque só partimos de hepatócitos”, diz Paula Alves.
Neste momento, a equipa já submeteu um projecto (que aguarda financiamento) de dois a três anos, com o Centro de Transplantes do Hospital Curry Cabral, para usar tecidos de fígados humanos que não são aproveitados e “caminhar no sentido do fígado bioartificial”. Há ainda outra linha de investigação que o laboratório tem nesta direcção mas onde os investigadores estão tentando partir de células estaminais para chegar a hepatócitos funcionais.
A inovação tecnológica do trabalho da equipe do iBET é composta por Paula Alves, Manuel Carrondo, Rui Tostões, Catarina Brito, Sofia Leite e Margarida Serra é a utilização, pela primeira vez, de bioreatores de tanque agitado com perfusão, um equipamento que permite o fornecimento de nutrientes e oxigénio aos hepatócitos em condições específicas e controladas. O sistema desenvolvido pelos investigadores pode ainda ser melhorado e aplicado a outros órgãos cujos modelos in vitro disponíveis são pouco representativos.
A investigação desenvolvida em colaboração com a Cellartis, primeira empresa do mundo a colocar no mercado células hepáticas e cardíacas derivadas de células estaminais humanas, permite manter células de fígado humanas (hepatócitos) em cultura durante longos períodos de tempo.
“Desenvolvemos uma maneira de cultivar os hepatócitos humanos in vitro de maneira a mantê-los funcionais durante um mês”, afirma Paula Alves ao Ciência Hoje. “Há muitas células de outros tipos cuja funcionalidade conseguimos manter in vitro durante muito tempo mas os hepatócitos são um grande desafio porque ao fim de pouco tempo em cultura deixam de ser úteis”, refere a investigadora principal deste estudo.
O fato da equipe do iBET conseguir manter a função hepática durante um mês permite usar a mesma população de hepatócitos para o estudo da metabolização de doses repetidas do mesmo fármaco, algo essencial para a aprovação dos novos medicamentos.
Como explica Paula Alves, a descoberta pode dar origem a duas situações: “Podemos fazer modelos mais representativos do que se passa no organismo para desenvolver drogas e ensaios de toxicidade” ou “podemos pensar que, num futuro próximo, haverá um fígado bioartificial com um componente biológica que permita manter a função hepática dos doentes durante algum tempo”.
Segundo a cientista, o modelo que acaba de ser publicado e escolhido para capa na edição de Abril da revista Hepatology é “mais um passo” no sentido de desenvolver um fígado bioartificial. No entanto, sublinha, “ainda há muito trabalho” para fazer.
O fígado bioartificial “nunca vai substituir” um fígado humano mas se os doentes em “fase crítica tiverem esse apoio podem salvar-se”, sublinha Paula Alves. Esta será assim uma “ferramenta muito preciosa” para conseguir manter vivos os doentes que não têm a função hepática a funcionar.
Esferoide de hepatócitos humanos com um caniculo biliar
Um dos próximos passos a dar na investigação que arrancou há seis anos é melhorar o modelo criado. “Achamos que o modelo ainda tem espaço para ser melhorado no prolongar da funcionalidade, o que pode ser feito com a adição de outros tipos de células que pertencem ao fígado e que não existem neste modelo porque só partimos de hepatócitos”, diz Paula Alves.
Neste momento, a equipa já submeteu um projecto (que aguarda financiamento) de dois a três anos, com o Centro de Transplantes do Hospital Curry Cabral, para usar tecidos de fígados humanos que não são aproveitados e “caminhar no sentido do fígado bioartificial”. Há ainda outra linha de investigação que o laboratório tem nesta direcção mas onde os investigadores estão tentando partir de células estaminais para chegar a hepatócitos funcionais.
A inovação tecnológica do trabalho da equipe do iBET é composta por Paula Alves, Manuel Carrondo, Rui Tostões, Catarina Brito, Sofia Leite e Margarida Serra é a utilização, pela primeira vez, de bioreatores de tanque agitado com perfusão, um equipamento que permite o fornecimento de nutrientes e oxigénio aos hepatócitos em condições específicas e controladas. O sistema desenvolvido pelos investigadores pode ainda ser melhorado e aplicado a outros órgãos cujos modelos in vitro disponíveis são pouco representativos.
A biologia ajuda a medicina em todas as áreas. A biologia contribui para vários aspectos da medicina e ajuda a salvar vidas.
Blog de aluno da UFV sobre Genética é destaque na web
Está chamando a atenção na internet o blog Genética Agronômica, criado por Amaro Afonso Campos de Azeredo, mestrando em Genética e Melhoramento. Amaro, que é orientando do professor Leonardo Lopes Bhering, do Departamento de Biologia Vegetal da UFV, publica no blog curiosidades e novidades ligadas à genética, biotecnologia e melhoramento vegetal e animal. Desde que começou, em fevereiro de 2011, o Genética Agronômica já teve mais de 13 mil acessos, inclusive fora do Brasil, e tem ganhado notoriedade na blogosfera, principalmente por meio de sua página na rede social Facebook.
Amaro conta que despertou o interesse pela genética durante a graduação e, desde então, começou a pensar em um blog como ferramenta interessante para falar sobre temas variados de maneira simples. Segundo ele, “é possível começar um texto brincando e passar uma informação a partir disso. O blog sai do livro, sai daqueles conceitos de gene, alelo, ervilha de Mendel. A pessoa aprende sem perceber, por meio do humor, da graça, da curiosidade e da imagem, que chama a atenção”. Amaro acredita no potencial das ferramentas da internet para divulgação do conhecimento científico e defende: “todo professor tem que ser um entusiasta, gostar muito do que faz e saber usar a tecnologia a favor”.
http://biologias.com/noticias/1171/blog-de-aluno-da-ufv-sobre-genetica-e-destaque-na-web
Isso é um estímulo pra quem quer continuar postando nos blogs e gosta de biologia e também de internet. Isso mostra como a biologia está em todos os lugares.
Amaro conta que despertou o interesse pela genética durante a graduação e, desde então, começou a pensar em um blog como ferramenta interessante para falar sobre temas variados de maneira simples. Segundo ele, “é possível começar um texto brincando e passar uma informação a partir disso. O blog sai do livro, sai daqueles conceitos de gene, alelo, ervilha de Mendel. A pessoa aprende sem perceber, por meio do humor, da graça, da curiosidade e da imagem, que chama a atenção”. Amaro acredita no potencial das ferramentas da internet para divulgação do conhecimento científico e defende: “todo professor tem que ser um entusiasta, gostar muito do que faz e saber usar a tecnologia a favor”.
http://biologias.com/noticias/1171/blog-de-aluno-da-ufv-sobre-genetica-e-destaque-na-web
Isso é um estímulo pra quem quer continuar postando nos blogs e gosta de biologia e também de internet. Isso mostra como a biologia está em todos os lugares.
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